07.06.2009

Desculpem lá...

Apetece-me gritar...Apetece-me gritar bem alto para que todos...especialmente aqueles que considero amigos, me consigam ouvir...mas, mais do que isso, entender...

 

DESCULPEM LÁ se sou bruta a falar, mas sincera no que sinto...

DESCULPEM LÁ se não vivo em constantes romances e valorizo a amizade, por mais decepções que tenha...

DESCULPEM LÁ se mesmo com desilusões, continuo a perdoar porque gosto de o fazer e me sinto bem assim...

DESCULPEM LÁ se mesmo quando estou triste sorrio, porque tenho vontade de continuar...

DESCULPEM LÁ se não gosto que me vejam chorar, mas prefiro chorar a não sentir...

DESCULPEM LÁ se também eu quero ter alguém ao meu lado, mas não ando loucamente em busca de um conto de fadas em cada segundo da minha vida...porque no meu conto de fadas as coisas acontecem e não se procuram...

DESCULPEM LÁ se só me apaixonei uma vez e pelos vistos me enganei e as coisas não são como eu pensava...

DESCULPEM LÁ se tenho os meus medos e cobardias...

DESCULPEM LÁ se dou importância ao passado, porque não foi, mas é, aquilo que sou...

DESCULPEM LÁ se recordo , e quero recoradar, aquilo que gostei de viver...

DESCULPEM LÁ se gosto das coisas que faço e faço o que gosto...

DESCULPEM LÁ se não valorizo uma noitada de copos e música com volume no máximo...

DESCULPEM LÁ se acredito que é possivel divertir-nos sem beber, pois são as pessoas que fazem o momento...

DESCULPEM LÁ se não faço dramas com cada acontecimento menos bom que me acontece...

DESCULPEM LÁ se acredito nas coisas simples e se também eu sou simples...

DESCULPEM LÁ se gosto de sorrir e agrada-me ser simpática...

DESCULPEM LÁ se não ligo a modas e não faço por parecer uma estrela da televisão...

DESCULPEM LÁ se sou apenas mais um ser que se perde no meio da multidão...

DESCULPEM LÁ se gosto de ser criança e não me sinto adulta...

DESCULPEM LÁ se gostava que gostassem de mim por aquilo que sou...

DESCULPEM LÁ se sou assim...e gosto de quem sou...

sadness_8_by_scarabuss.jpg

Não!

Eu não perguntei NADA!

 

17.03.2009

tempo invertido

time.jpg"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capitulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram."

 

- in Ciclos de Fernando Pessoa

 

De repente...quando já caminho para uma nova vida...o passado atravessa-se no presente quando menos espero...questionando-me sobre o futuro.

Da forma menos esperada, me aparecem estas palavras, como se para me dizer que o acaso não existe realmente...e para não me esquecer que o passado deve ficar lá atras...

E assim fico confusa...sem saber se a pensar no passado ou no futuro, mas a tentar não esquecer o presente...!

 

 

 

03.03.2009

Ninguém lhe disse que não seria capaz...

Este texto não me tem saido da cabeça. Já o conheço há algum tempo, mas há ocasioes que nos reavivam a memória...

Por isso decidi colocá-lo aqui...porque muitas vezes também eu preciso apenas que não me lembrem que posso não conseguir, para ser capaz de fazer as coisas...


199882_vga.jpgConta certa lenda que estavam duas crianças patinando em um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam sem preocupação.

De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra, vendo que so eu amigo se afogava debaixo do gelo, pegou numa pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrar o gelo e salvar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram os que tinha acontecido, perguntaram ao menino:
- Como conseguiu fazer isto? É impossível que tenhas quebrado o gelo com essa pedra e com as tuas mãos tão pequenas!

Nesse instante, apareceu um ancião e disse:
- Eu
sei como ele conseguiu!

Todos perguntaram:
- Como?

O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que não seria capaz…

Albert Einstein

 

Talvez por isso às vezes me esconda...para conseguir acreditar um bocadinho de que sou capaz...

 

E FUI!

24.02.2009

...

 

No meio daquela multidão, não sabe se está perdida ou se se encontra...

Está ali, apenas. Não sozinha, nunca sozinha!...com alguém que considera amigo, alguém que não se esquece dela, da sua presença. Não se importa de ali estar, gosta de sair com amigos mesmo que nem sempre para locais onde está à vontade. Afinal, o que é que isso importa? Só sai com quem confia, com quem quer a sua companhia...isso basta-lhe.

Aprendeu a exigir pouco. Assim é mais fácil divertir-se e sorrir...não importa o ritmo ou a música, aproveita o momento e a companhia, porque para ela isso é o mais importante. Preocupa-se em sorrir, mas preocupa-se mais se o sorriso não estiver no rosto de quem a acompanha. Quanto a ela, habituou-se a ser invisivel para os que a rodeiam e não a conhecem. Sabe que não a vêem mesmo que lhes olhe nos olhos. Nem o amigo do amigo ou o conhecido do conhecido que lhe são apresentados a vêem... Passa despercebida e só nela repara quem já a conhece. Não dali, da noite. Nunca da noite. Porque ali ninguém a conhece, é invisivel naquele mundo.

loneliness.jpgNão se importa! Tem plena consciência de que assim é e sabe que isso não vai mudar. Sempre foi assim. Talvez nem queira que mude, não saberia como agir...Seria demasiado estranho que, de repente, a notassem, se tornasse visivel para os estranhos que olham, passam, encalham, esbarram...

É timida sem que ninguém saiba. Talvez apenas pensem que é totó, certinha ou outro rótulo qualquer. Tanto faz. Tornou-se calma e isso ajuda-a mesmo quando a sua companhia não está ali para a salvar nos momentos em se perde numa realidade que não é a sua.

...A noite passa... os olhares tornam-se brilhantes e as vozes torcidas. Mas os dela não, mais uma vez nada daquilo tem a ver consigo... Mas isso tambem já não a incomoda, também aprendeu a não se importar com a decisão dos outros, desde que isso não interfira com ela.

Cada um é livre... Ela também o é, por isso está ali, num ambiente onde não se encaixa e onde facilmente passa despercebida. Não percebe porque não a vêem. Não se importa realmente, mas não percebe. Não é linda, é verdade. Nem feia. É apenas natural, porque não há normas que definem o "normal" que costuma utilizar para se definir. Talvez esse seja o segredo da sua invisibilidade. A sua normalidade...é apenas mais um na multidão. Talvez ali tenha que se chamar a atenção de outra forma... ela não sabe qual, mas não faz mal, porque isso ela nunca fará. Não se dá bem como centro de atenções, as faces envermelhecem e o controle que exerce sobre a sua timidez desvanecesse...

Quando já não se encontra, despede-se,vai para casa...no dia seguinte, quando se olhar distraidamente ao espelho, será ela novamente...

 

 

 

31.01.2009

Sou o melhor que sei...!

Reflexo%20Pedro%20Gomes.jpg

Às vezes gostava de sair de mim mesma e ficar assim, de fora, a olhar para este eu que só conheço por dentro. Gostava de olhar nos meus olhos e ver o que eles transmitem...Saber quem sou através de um eu que não fosse eu.

Não se tratam de dúvidas existências...

Sei quem sou (se é que alguma vez sabemos realmente quem somos), mas não sei quem sou, o que sou e como sou para os outros.

Talvez devesse pensar...que se lixem os outros e o que lhes vai no pensamento. Mas a verdade é que não penso assim. Os outros são parte da minha existência sem a qual, provavelmente, não seria quem sou. Mas a dúvida persiste: para esses outros: quem sou?

Poderia simplesmente perguntar a um amigo e esperar pela resposta...mas até que ponto ela seria satisfatório ou mesmo objectiva? Não somos seres objectivos e sei que é uma pergunta não é fácil de responder...eu mesma não sei como responderia se ma colocassem. E na amizade existe sempre um carinho especial carregado de intenções que fariam com que a resposta fosse mais positiva do que verdadeira. Não por achar que os amigos são falsos ou mentirosos, nada disso!Apenas por saber que amizade é amor e quando se trata de amor é dificil ser coerente e realista a 100%.

Perguntar a um estranho ou mesmo a um conhecido, também não seria justo...afinal, não passaria de uma avaliação mais da minha imagem exterior do que da interior.

E tudo isto porque gostaria de saber como me vêem e como me conhecem aqueles que não são eu. MAis do que isso, gostaria de saver como me veria se não fosse eu.

Parece-me justo e simultaneamente incoerente...quero conhecer um eu diferente do que conheço, mas que não está ao alcance dos meus olhos.

 

Pessoalmente, vendo de dentro para fora, sei quem sou!

Sei, especialmente, o esforço que faço para me conhecer e auto-avaliar com o objectivo de ser o melhor que sei.

E, vista deste ponto de vista, o único que tenho, sou o melhor que sei!

Se posso melhorar?...de certeza!

Para isso reconheço falhas e tento melhorá-las...!

Mas, ainda assim, gostava de me ver do lado de fora, conhecer-me do exterior e dizer-me o que é bom e mau e saber, também, aquilo que mostro e não mostro da minha essencia. Sei, por exemplo, que sou mais timida do que pareço e do que faço acreditar... E como este exemplo, muitos outros reflexos do que não sou haverão.

Ai...como gostaria de tornar real esta irrealidade.

 

33318.jpgNada disto podendo ser possivel, a única hipótese seria que os olhos de fora que me vêem e que jamais serão os meus, me transmitissem  através do som das palavras, em tom de segredo, aquilo que observam  ...seria uma forma de crescer, de fazer evoluir este ser que sou e não sou.

Mas enquanto isso não aocntece...sou o melhor que sei...e disso ninguém pode reclamar... nem mesmo eu!

 

15.01.2009

"Porque não?"

«Mais vale uma lágrima derramada por não ter vencido, que a cobardia de não ter lutado!»

892275.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

Eram tão bom que por concordarmos com uma frase fossemos automaticamente capazes de a colocar em prática. Com certeza o mundo seria mais pacifico e as filosofias seriam bem mais que ideologias utópicas.


Mas, na verdade, há algumas que parecem tão fáceis de concretizar e, mesmo assim, o passo que as torna reais demora a ser dado.

E o pior de tudo é ter noção disso...


Sou, constantemente, cobarte!

Sei-o, não o quero ser, mas não é tão fácil assim mudar.


Na verdade adorava ser capaz de enfrentar a vida e tomar decisões apenas com base num pensamento:



"Porque não?"



E depois, se dentro de mim, bem dentro dentro de mim, naquele sitio onde só há a verdade e nada de desculpas esfarrapadas que inventamos mais para nos convencermos a nós próprios que aos outros... se nesse sitio não encontrasse nada que me impedisse de arriscar para além do simples facto de ter medo, então seria fácil de levantar o pé e colocá-lo um pouco mais à frente, começando a caminhar sem medo de cair...

Mas tenho medo...um constante medo que não me deixa seguir...

Não percebo porquê...será que tenho assim tanto a perder??!!! Provavelmente não...nada se perde...

Mas mesmo assim... o passo não é dado...a mão da cobardia agarra-me como se tudo dependesse daquele instante...E prefiro nem pensar, nem pôr a hipotese...fecho os olhos e finjo que ela nem existe.


Deixo-me estar...simplesmente. Quando o que menos quer é estar. Porque prefiro ser! Mas sem caminhar não sou...apenas estou...


Seria mais fácil se ser e estar fossem a mesma coisa, como em inglés...onde «to be» é as duas coisas e coisa nenhuma se intromete...


Malvada cobardia que me embaraça os cordões para que tenha medo de seguir...

...E eu tenho...!




Talvez um dia ganhe coragem e me descalce...e caminhe assim mesmo...sem medos...!

Nesse dia, vou sentir a terra nos pés...a brisa no rosto...e o sabor da vida!:D

caminhar.jpg

08.01.2009

Viver dói, mas não viver doi ainda mais!

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara muitas vezes"!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!

Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante.
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara muitas vezes"!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,

me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!

Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante.

 

Charlie Chaplin

charlie_chaplin.jpg

07.01.2009

Ser renovado

2009, finalmente!

...Finalmente um novo ano...

...Finalmente novas esperanças...

...finalmente uma nova vontade de sorrir...!



Nunca antes desejei tanto a passagem do ano. Não pela passagem da data em si, pois se a reduzirmos àquilo que realmente é, trata-se apenas de mais uma folha rasgada no calendário.

Desejei-o por saber que seria, para mim, «um renascer das cinzas» como costumava dizer uma amiga minha.


2008 foi um ano difícil...sei-o agora e soube-o enquanto vivia a segunda metade do mesmo.
Senti-o a cada dia que passava...lentamente.


Sim, foi um ano complicado... Mas vendo-o agora, à distancia de apenas alguns dias mas a quilómetros de tristeza que deixei lá ficar, sei que não o anularei da minha memória.

Afinal, as dificuldades também fazem crescer...especialmente elas.

Mas, acima de tudo, não me esqueço das coisas boas que este ano também me deu. E são essas que vão deixar as maiores marcas e contribuir para que as recordações deste ano que passou não se desvanessão em tristeza mas sim num esgar de sorrisos.


O curso terminado.

Um estágio que adorei fazer e onde conheci pessoas espectaculares que guardo no coração!

Férias como já não tinha há muito, com amigos que a distancia não faz esquecer.

Laços de amizade apertados em momentos em que os amigos foram a única fonte onde pude matar a sede de vida.

Uma demostração de amizade inesperada numa festa surpresa que me alegrou e aqueceu o coração.

Recordações que surgem com um natal...ainda simples, mas composto...em família.

E, finalmente, o momento mais esperado...Uma viagem rumo ao Encontro Europeu de Taizé - Peregrinação de Confiaça pela Terra.

taizecross-full;init:.jpg

Uma viagem cujo destino não é outro país, é outra realidade, outra dimensão.

Uma dimensão onde o amor existe, a paz é possível e a alegria está presente. a cada instante..

mesmo em locais onde as paragens duram horas infidáveis que o frio não deixa passar,

onde as noite no autocarro não passam e os dias não terminam,

onde a cama é no chão e a comida é de lata.

Onde não se conhece quase ninguém, mas se ama toda a gente,

onde não se compreende o que o outro fala, mas conhece-se o que ele sente...

 

Itenerário:

Partida...

26/12 (9:10h) Saída do Algarve Rumo a Lisboa

26/12 L
isboa - Paris

27/12 Paris - Amesterdão

28/12 Amesterdão - Bruxelas

29/12 - 02/12 Bruxelas

02/12 - Bruxelas - Luxemburgo

03/12 - Luxemburgo - Lisboa

04/12 - Lisboa - Algarve

04/15 (05:30h)...Chegada


Pouco mais de uma semana que pareceu parte de uma vida...


Oito dias a viver o espírito de dar e receber, de sorrir sem conhecer, de dar o que temos e somos...

Dias envoltos em aventura, mas especialmente repletos naquele espírito de paz e união que junta 40.000 jovens - Taizé.


O som, as cores, o silencio, os olhos fechados que vêem para dentro...

A sensação de paz, de encontro...



Sentimentos que não se explicam, que só os conhece quem vive...e que mesmo quem os conhece não consegue deixar de se sentir totalmente assoberbado por toda essa imensidão.

Dias que devo a uma multidão que encheu um autocarro de animação e que tornaram as viagens mais leves, mais rápidas, mais quentes...

Dias que devo a oito companheiros - a prima de sempre, o casal amigo, a desconhecida sorridente, a terna menina timida, a rapariga preocupada, a peixinha do meu aquário e a caracóis cuja amizade não se explica - com quem partilhei a alegria de sorrir, sentir, viver...

Dias que terminavam ao lado de um rosto que ainda agora conhecia e já me era tão familiar. Cujo sorriso amigo e olhar quente me cativaram durante as conversas que só o cansaço de um dia longo fazia terminar.


Dias onde fui acolhida com carinho numa casa que não era minha, mas onde facilmente me habituei a estar.


E foi destes dias que voltei renovada, com nova esperança, com vontade de acreditar no novo ano e em novas oportunidades...

Voltar a acreditar na vida...saber que ela vale a pena, que as pessoas valem a pena...que amar vale a pena!



Foi nesta outra realidade que voltei a lembrar-me...

Como é fácil ser feliz.


Obrigada!!!:D

 

100_3315..jpg

01.08.2008

Felicidade na simplicidade

Pensamento do dia:

É tão simples sentir-nos felizes.=)  Pra quê complicar?! 

 

Momento X:

Praia...Brincar na água sem pensar em mais nada,conversas que importam e que não importam... O tempo passa e nem se dá por isso... E todos estes momentos aproveitados com uma amiga com quem nem sempre consigo aproveitar.  Dias assim sabem tão bem. =)





Ler para pensar:

“Cruza-se uma pessoa na rua. Misteriosamente essa pessoa cativa-nos. Pedimos-lhe uma recordação, um pedaço de alma. A pessoa não conhece o fotógrafo mas confia nos olhos do fotógrafo. Vão para algum lado. A pessoa mostra-se, a câmara dispara. Ficam as fotografias, um testemunho da beleza, supremo enigma. Mostram-se as fotografias e cada qual vê o que lá vê e o que não está, à sua maneira, levantando um mundo.
Não é mais que isto a arte, tão pouco e quase salva um dia.”
–  «Fotógrafo», in Os corações também se gastam 

31.07.2008

Pessoas...sim, importam!

Pensamento do dia:

 Penso que aqueles a quem chamo amigos me conhecem, que me ouvem e que me tentam compreender...E deixo-me sempre levar... Acabo por falar demais com a pessoa errada, acreditanto que posso confiar.

 

Winter Rocks - Steve Taylor.jpg

 

Momento X:

Um almoço com amigos cuja presença, mesmo pequena, se tornou importante. Seguido de um gelado com duas pessoas que me são muito queridas: tia e avó.

 

Ler para pensar:

 

ELES

 

 

 

“Ei-los que partem novos e velhos
buscando a sorte noutras paragens
noutras aragens entre outros povos
ei-los que partem velhos e novos

Ei-los que partem de olhos molhados
coração triste e a saca às costas
esperança em riste sonhos dourados
ei-los que partem de olhos molhados

Virão um dia ricos ou não
contando histórias de lá de longe
onde o suor se fez em pão
virão um dia ou não”

 

 

 

 

 

Manuel freire